A corrida era às 13h e ter-se-ia que apanhar um transporte (autocarro 146) às 12h06 para chegar a przyst. P. O. D. Bajki, para aí apanhar o 113 para Partynice (Party nice!). Aqui sucede que tendo no sábado sido uma confusão para voltar à residência (apanhámos o autocarro certo no sentido errado), chegámos tarde e estava tudo a dormir aqui na residência à hora de ir. O Válter lá telefona ao Michael Waleczek (alemão) e à Monika Kovacs (romena) e estes estavam ensonadamente prontos para ir E combinámos de nos encontrarmos no caminho ou uma coisa assim... [sei lá eu o que combinámos e descombinámos naquela manhã (hora de almoço e o meu estômago cheio de fome) de domingo].
Vai o Válter sair de casa sozinho e apanhar autocarros para o desconhecido (até então) sul de Wroclaw e eis que 15 espanhóis da minha residência saem comigo. Lá fui com os espanhóis falando com o Negro e com a Elena (os únicos que não se importam de falar em inglês). O problema foi que a conversa estava boa e a atenção nem por isso. Então fomos parar a um fim do mundo chamado Ferio Gaj. Voltámos para traz e saímos em Sliczna na esperaça de apanhar o 113 no sentido correcto.
Quando ele chegou trazia o Luís Filipe Lopes (que entretanto se tinha levantado e posto a caminho) e a Monika e apanhámos o Michael na paragem seguinte.
yeah chegamos a Partynice.
A minha ideia de corridas de cavalos era apenas retirada de filmes, então não vou perder muito tempo a contar como são as corridas de cavalo. Mas aquilo é assim: As bancadas são verdes como se vê nos filmes; os balcões de apostas são verdes como se vê nos filmes e há filas como se vê nos filmes; há cavalos castanhos, pretos e cinzentos como se vê nos filmes; os jokers são magrinhos como se vê nos filmes; nas bancadas há pessoas com binóculos como se vê nos filmes; e é hilariante ver os velhos a resmungar quando o cavalo fica em segundo tal e qual os filmes.
Depois da corrida de cavalos alguém se lembrou que estávamos perto do ikea...
Então, fomos (eu o Luis, a Monika, o Michael e o Richard que é sueco). Perguntámos a duas jovens e belas moças polacas como chegávamos ao ikea e elas disseram que podíamos apanhar o autocarro dali a meia hora ou andar 1 km em frente. Depois de 2,9km chegámos a um local em que era obrigatório virar ou à esquerda ou à direita (hummm :/). Virámos à esquerda (mal) e depois de 1km avistámos o Ikea mas também avistámos o fim (sem saída) da estrada que seguíamos...
Voltar para trás?
Não, vamos apanhar atalhos e atravessar vias rápidas...
Chegámos ao Ikea (Boa!) depois de uma hora a pé quando devíamos ter demorado 35min de autocarro (contando com a espera), que provavelmente teria sido mais seguro que atravessar a via rápida (somos tão estrangeiros).
No Ikea encontramos a Tamge e o Güvenç (turcos) e viemos com eles para a residência.
Vínhamos no 133 e saímos duas paragens antes (estupendo). Lá se foi andar um bocadinho mais a pé e apanhar o eléctrico certo para o sítio certo. (yeah)
Vi o benfica a ganhar ao braga :)
(Belo dia ontem, hein?)
Hoje de manhã acordo para ir falar com a Ewelina Wnuk (alguém) está doente e provavelmnete só volta na semana que vem. Fui falar com o meu coordenador para obter o meu horário, só vem na quarta feira (mais dois dias de férias).
Agora uma das partes mais interessantes da minha estadia aqui:
Numa visita ao lindíssimo jardim japonês, à saída ouvimos uma música (Strauss) acompanhada de um espectacular jogo de repuxos: simplesmente arrebatador. Um espectáculo grátis na fontana wroclawska.
Agora vi que faltei à minha primeira aula de polaco (a única aula a que tenho o horário) porque só me mandaram as horas da aula hoje pela hora de almoço :/
E diz que se vai jantar comida portuguesa dentro de momentos.
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